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QUEM É DEUS?


 Para mim, DEUS é a sempiterna energia que rege e nutre esse Universo o qual, devido a mossa insignificante pequenez o julgamos como ser infinito.
Até onde chega o nosso entendimento ainda em nossos dias, esse Universo é formado por diversos megas corpos e sistemas denominados entre os mais citados como; GALÁXIAS E SISTEMAS.
Por definição nós nos encontramos posicionados no Planeta Terra, que se encontra no SIESTEMA SOLAR, considerado como um sistema de quinta grandeza entre os tantos outros que se encontram classificados por ordem de tamanho e luminosidade entre a primeira e a décima grandeza e que juntos, formam a VEJA=LÁCTEA que segundo os relatos de fontes idôneas, é uma das bilhões contidas no Universo aqui mencionado.
Bem ficou aqui entendido que DEUS é a fonte de energia que nutre e rege esse Universo e dessa forma, parte dessa energia ELE até então, tem enviado para a VIA=LÁCTEA que por sua vez à distribui a todos os sistemas nela contidos, e esses, conforme suas ordens de grandeza irradiam na forma de luz e calor a seus planetas, que as assimilam na razão inversamente oposta à sua distância do centro da sua estrela regente que no nosso caso, é o SOL.
Sendo o Planeta TERRA pela ordem de afastamento o terceiro Planeta em órbita do SOL, e, a uma distância estimada de 150.000.000 (cento e cinquenta milhões) de quilômetros, recebe ele, uma quantidade significativa dessa energia que se não fosse a ação dessa tênue, mas eficaz atmosfera, a vida animal aqui não seria possível tal como ela é.
Sob essa tênue a atmosfera os vegetais são os principais conversores dessa energia irradiada pelo SOL, os quais, através do processo da fotossíntese tem propiciado a base e fonte da vida animal aqui na terra. Dessa forma, temos que ter a consciência que somos totalmente dependentes desses conversores primários. Pense nisso.
Com essa intuitiva tentativa sintetizada, porém, com o devido cuidado para não fugir dos conceitos e dados considerados como fidedignos, espero ter contribuído para que tenha uma noção diferenciada da participação de DEUS em nossas vidas desvinculada dos habituais conceitos doutrinais e dogmáticos sem, contudo, deixar de reconhecer a regência de um CREADOR SUPREMO sobre o todo até então admitido.
Todavia sugiro que assista o vídeo abaixo bem como outros correlatos devidamente elaborados, ilustrados e animados com o objetivo de formar de maneira didática, opiniões variadas sobre a formação de nosso planeta, bem como o surgimento dos seres vivos nele existentes sob o ponto de vista cientifico. Bons aproveitamentos.
Assista o vídeo abaixo:


Tanabi i2 de outubro de 17
De: Antônio Evangelista Neves

O CRER E O SABER EM QUESTÃO

Moises abrindo o Mar

São mais felizes os ignorantes, devido ao desconhecimento sobre a sua insignificante fração física, e duração biológica, em relação ao todo existente e sua duração decorrida e a decorrer. Essa relação é de 1 sobre o admissível, porém, desconhecido infinito (1/) como denominador, o que nos torna, quase que inexistentes diante às grandezas mensuráveis até então conhecidas.
Paradoxalmente, e não raro, são infelizes, apreensivos e preocupados, os que de alguma forma procuram compreender a sua insignificante proporcionalidade diante de um denominador infinito, ou seja, a sua função, participação e razão de existir como parte desse “todo detectado”, que apesar de ser considerado por nós como o UNIVERSO, ainda pode ser a fração de um todo ainda maior.
Já os ignorantes prepotentes, insensíveis, insensatos detentores do poder imperativo e material, mesmo que temporariamente, se consideram realizados enquanto a sua efêmera vida orgânica permitir desfrutar daquilo que imagina ser dele por tempo indeterminado.
Vejamos: Nas três categorias mencionadas, é comum a formação de grupos organizados nas incontáveis doutrinas, crenças, religiões e seitas espalhadas pelas diversas nações distribuídas sobre o globo terrestre.
Muitos são adeptos do CREACIONISMO, e buscam a fundamentação de suas existências no conceito bíblico, ou similar, divergindo em alguns aspectos de ordem cronológica e dogmáticas. Porém, consensuais na fé monoteísta.
Os cristãos, seguem os preceitos bíblicos de GÊNESIS AO APOCALIPSE.
Em GÊNESIS, começa a narrativa dos feitos e propósitos do CREADOR para com suas criaturas segundo o CREACIONISMO, abordando uma rápida descrição sobre a criação do UNIVERSO e, logo, tudo passa a discorrer envolvendo com ênfase somente o que se passa na TERRA, como se o restante do UNIVERSO fosse criado apenas como adorno, e para servir de luminárias conforme citado no referido livro que descreve a criação do homem, como sendo a principal obra do SUPREMO.
Do GÊNESIS ao APOCALIPSE, várias citações, ocorrências e fatos determinados são narrados e descritos, tudo, discorrendo conforme as que, por ordens do SUPREMO, para com suas primeiras criaturas materializadas (ADÃO e EVA), que segundo ELES, PAI e FILHO, com o propósito de que os tornassem conforme à imagem e semelhança suas, à respeito de vossas divindades, o que não ocorreu devido à desobediência de ambos, gerando com isso, graves consequências até os dias atuais.
Esse propósito mal sucedido finda, sem data marcada na nossa cronologia, porém, está descrito em APOCALIPSE, os sinais dos últimos dias que antecedem a grande tribulação, que por misericórdia do SENHOR, serão abreviados, pois, durante os quais, ocorrerá o fim do primeiro ciclo dessa humanidade materializada, tanto para os já que morreram, bem como para os que ainda vivem. Logo após a seleção dos escolhidos durante os dias de tribulação, se dará a primeira ressurreição rumo à espiritualidade. E quanto aos não escolhidos? Bem ai, já é outra historia.
Já para os evolucionistas, que defendem um princípio diferenciado, mas que não descartam a existência de um ser supremo, apesar de que na organização do elementos para o surgimento do homem melhorado quanto à sua anatomia, de maneira diferenciada, segundo as evidencias comprobatórias encontradas, e não segundo a “fé” dogmática propagada e aceita sem qualquer conhecimento científico, embora, esteja citado na própria Bíblia que: A CIÊNCIA EVOLUIRÁ-  Daniel 12:4: “Porém tu, ó querido Daniel, tranca em segredo, mediante um selo, as palavras do Livro, até o tempo próprio do fim. Muitos farão de tudo e correrão de uma parte a outra em busca do maior saber; e o conhecimento da ciência se multiplicará muitas e muitas vezes!” (Versão de Almeida Atualizada -por João Ferreira).
Entretanto, sem querer com isso insinuar que o homem veio do macaco, mas sim, que ambos pertencem à mesma árvore genealógica no segmento dos mamíferos. Aliás, na minha opinião, se houvesse uma relação sequencial tão próxima entre ambos, eu diria que seria o inverso, ou seja, o macaco é que teria vindo do homem, por ter estabelecido uma melhor coesão junto aos seus, e com a natureza. Dessa forma, penso que o CREADOR deve estar satisfeito com eles, e, muito aborrecido com os homens, afinal, não há registros de que o macaco o desobedecera, Já o homem, quantas vezes…
Finalmente, creio que o CREACIONISMO e o EVOLUCIONISMO se entrelaçam e se complementam, afinal, não pode haver evolução sem que antes as espécies tenham sido criadas independentemente do conceito inicial defendido. É preciso que as partes conflitantes se desarmem, deem as mãos e, juntas, apontando um caminho melhor para a humanidade enquanto há tempo, pois nenhuma delas é dona da verdade absoluta.
Sugiro para reflexão, vídeos sobre “AS ORIGENS” (postados abaixo), da videoteca NT.

Demais vídeos clique AQUI

AS CRIATURAS VS O CREADOR

Criacionismo e o Evolucionismo
Criacionismo e o Evolucionismo

Desde o início quer do ponto de vista defendido pelo Criacionismo e por extensão o Evolucionismo, o propósito do CREADOR foi o de habitar a Terra com suas criaturas e dentre elas, os seres “humanos” que por Ele foram denominados como Homem e Mulher.
Daí em diante, as espécies por Ele criadas quer aceitem ou não os pseudos entendidos, passaram por vários processos combinatórios quanto a inteiração molecular, causando adequações e até mesmo deformidades na formação de seus corpos no decorrer de gerações e gerações até os nossos dias.
Tais anomalias, são denominadas pelas fontes “credenciadas” defensoras do Criacionismo, atribuindo a causa devido a Transmutação continuada entre os seres, já no Evolucionismo, a definição não poderia ser diferente, senão, a Evolução orgânica das espécies além de a uma enormidade de anomalias causadas por diversas ambiguidades praticadas pelo ser considerado “humano” que é no mínimo o principal ou o único culpado dentre todas as espécies.
O fato é que em nossos dias, aqueles que por razões orgânicas, psíquicas e até mesmo comportamentais quanto a sua opção sexual escolhida, embora contrariando o propósito do CREADOR cujos atos praticados já foram por Ele condenados ao exterminar com SODOMA e GOMORRA por tais desvios de princípios, contudo, esses portadores de tais desvios devem merecer da sociedade toda integração social e direitos estendidos a todos indistintamente, porém, ficar reféns de seus propósitos e provocações, isso não.
Direitos com imparcialidade sim, já concessão de privilégios para grupos diferenciados dos gêneros masculino e feminino, é contrariar o que já fora definido desde o princípio.

Veja a matéria publicada: A filosofia dos gêneros.

Tanabi 2 de Novembro de 2015

A FILOSOFIA DO GÊNERO

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Ilustração do centro de combate a todo tipo de preconceito no Rio de Janeiro.
Está sendo proposta por alguns segmentos sociais distintos, às autoridades mundiais civis e eclesiásticas, o reconhecimento do terceiro gênero, e por extensão, os seus análogos representados pela sigla LGBTTT, (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros), que a liberdade de escolha desse comportamento seja regra aplicada na grade do ensino escolar desde a mais tenra idade, bem como no convívio familiar do menor.
Deve-se levar em consideração que a afirmação do sexo definido na formação anatômica durante a fase intrauterina, é colocada à prova durante todo período em que a criança inicia seu aprendizado no ambiente externo, (fora do ventre materno), juntamente com os seus familiares e mestres.Daí, a importância dela conviver num ambiente onde os valores de gêneros, sejam bem representados e definidos, ou seja, macho e fêmea, com naturalidade, contudo, sem exaltar valores ou defeitos sobre um ou outro gênero quanto ao seu comportamento diferenciado no âmbito social.
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Ilustração da condição fetal.
É importante que desde cedo, sejam ministrados à criança, comportamento e respeito religiosos fundamentados e praticados pelos pais ou pela instituição educacional frequentada, para que a mesma comece aos poucos absorver valores intocáveis e imensuráveis existentes além da prática cotidiana aplicada, os quais com certeza irão contribuir na tomada de suas decisões futuras.
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Ilustração sobre ensino pedagógico e respeito a um Ser superior.
Portanto, descrever, opinar ou tecer considerações sobre a legalização da filosofia do gênero, faz-se necessário buscar fundamentações que estão além de nossa avaliação enquanto permanecermos nesse pequeno canteiro/viveiro do conhecimento terrestre.
É sabido, ou já deveria ser por todos entendido, que toda forma de vida existente no planeta Terra, quer seja no reino mineral, vegetal e animal em toda sua diversidade, enfim, todos sem exceção, são dependentes da fonte de energia advinda do Sol na forma de luz e calor, logo, somos todos nutridos por uma única fonte de energia, porem, devido à diversificação da nossa formatação biológica desde o instante da nossa concepção, faz com que nos tornamos pessoas ímpares, ou seja, diferentes entre si.
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Ilustração: Irradiação do sol para o sistema planetario.
O espectro sexista deve ser visto e avaliado por um viés bastante diversificado, complexo e estigmatizado, que varia do heterossexual ao hermafrodita nas suas três qualificações, a saber: O verdadeiro, o pseudo-hermafrodita masculino e o pseudo-hermafrodita feminino. Além de um universo de enrustidos e mal definidos quanto ao comportamento e à personalidade manifestada no meio social.
Fica entendido, que o reino animal do qual somos parte é totalmente dependente dessa energia convertida pelo reino vegetal, através da fotossíntese responsável pela cadeia alimentar que nos mantém vivos.
Dessa forma, deve ser compreendido que somos energia acondicionada num corpo físico finito quanto à sua materialidade, tal qual uma bateria automotiva que após fornecer energia destinada a múltiplas funções, seus componentes/ elementos conversores, sofre um esgotamento físico-químico que a torna descartável para o uso.
Apesar da semelhança com a bateria, nós, seres humanos, somos dotados da vida com discernimento e do livre arbítrio, e para os que creem, existira uma vida espiritual após findar o seu ciclo biológico, ao invés, da reciclagem como devera ocorrer com a bateria, o que prova que somos regidos por uma força de fonte superior que determina inclusive o sistema solar. Entretanto, a nossa formação biológica é totalmente dependente do modelo de conversão dessa energia praticada pelos nossos pais e até mesmo pelos seus antecessores, devido aos seus hábitos e costumes vividos, até então, considerados os causadores dos males hereditários.
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Ilustração do bezerro de ouro sendo destruído pela tábua arremessada por Moisés.
Porem, temos uma forte similaridade com a bateria na propriedade do armazenamento da energia que é a polaridade (o positivo e o negativo) na propriedade da bateria e macho e fêmea para o reino animal, pois, se colocarmos uma imensidade de baterias de 12 volts interligadas em paralelo, a tensão máxima medida no final da interligação, ainda será de 12 volts. Entretanto, se a interligação for feita em série a tensão medida em volts será o de 12 volts multiplicada pelo número de baterias utilizadas, pois, ocorreria assim uma interação entre o potencial positivo e o negativo propiciando, a somatória de valores.
Desse modo, deve ser vista com naturalidade a conjunção carnal entre machos e fêmeas visando principalmente a multiplicação da espécie. Fora disso, é puro sodomismo, pela a avaliação do Creador. (1º Coríntios 6: 9 a 12)
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Ilustração da destruição de Sodoma.

Palestina, 11 de julho de 2015.
Por: Antônio Evangelista Neves.

O Sempiterno Creador É Evolucionista.

(Quer seja do ponto de vista material ou espiritual)

  INTRODUÇÃO: Quero com esse artigo despertar entre criacionistas e evolucionistas um interesse mais aprofundado nas fontes de suas crenças. Após isso, buscar entendimentos entre as partes de forma desarmada, ou seja, sem ranços, paixões por dogmas ou por experiências pouco esclarecedoras, mas sim, buscar um entendimento consensual quanto ao verdadeiro sentido de nossa existência quando voltada para o propósito do CREADOR.

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Antes da formação do universo do qual somos parte, o Sempiterno e seu Filho já existiam rodeados e adorados pelas criaturas espirituais por eles mesmos formados nas qualificações de querubins, serafins e anjos, em local, forma e dimensão impossível de imaginarmos, porquanto ainda estivermos nesse estágio primário de vida material. Após ter criado o universo, e após alguns de seus corpos, a exemplo da terra, terem entrado num equilíbrio cíclico, aparentemente repetitivo, e por nós considerados “constantes”, devido a nossa curta duração, então decidiram eles criarem na Terra seres materiais dotados de almas viventes e, dentre elas, o homem. Por muito tempo o Creador observou atentamente o comportamento e adequação de suas criaturas na terra, a qual passava e ainda passa porem, com menores proporções, por fenômenos e catástrofes inerentes à sua própria natureza e que são causados pelas leis que regem esse universo. 2


Passadas várias fases cíclicas de grandes variações climáticas na terra, viu o Todo-Poderoso que o homem, mesmo naquele estágio primitivo, e com diversas limitações, possuía qualificações que o permitira sobreviver a diversas provações a que fora submetido, sendo então até ali a espécie superior sobre as demais dotadas apenas do instinto, apesar de já coabitarem com os anjos caídos expulsos da presença do Sempiterno Creador. Resolveu então o Creador aprimorar o homem preparando na terra um lugar (uma reserva isolada) denominado como Jardim do Éden ou ‘Paraiso’. O Senhor Eterno, então, levou um varão da espécie para nele compor a sua imagem e semelhança de caráter e procedimento num corpo melhorado quanto à sua materialidade e formosura, porem, preservando a sua propriedade reprodutiva compatível entre os da sua espécie. Feito isso, soprou-lhe o folego da vida dotando-o do discernimento. Seria a primeira ‘evolução’? Por muito tempo o Creador contemplou a sua obra e após considera-la perfeita, resolveu desta vez, criar para o homem da sua própria materialidade, uma companheira para reprodução dessa espécie, a qual viria no decorrer do tempo substituir a espécie instintiva até então disseminada em várias regiões sobre a terra. Seria esse passo o segundo processo criativo e evolutivo? Creio que o propósito do ‘autor da vida’ era de estender o paraíso para que o homem e suas descendências, por gerações e gerações, desfrutassem de tudo do que Ele havia criado porem, em harmonia com a natureza, bem como com os demais seres viventes. Entretanto, antes que suas criaturas, agora então chamadas de Adão e Eva, iniciassem o processo reprodutivo, o cauteloso Creador deve ter estabelecido no seu intimo, algumas normas de procedimentos comportamentais para suas criaturas materiais, já, que amargava uma grande e recente decepção com algumas de suas criaturas espirituais, dentre elas, o querubim de sua confiança. E quis o Creador, começar pela obediência, sinal de respeito ao seu Senhor. E sendo assim, disse o Sempiterno: “De tudo poderás comer, apenas do fruto da árvore do centro do jardim não comeras, pois se dele comerem certamente morrerão”. Eis que a inveja já havia se instalado no principal de seus querubins, tornando-se o grande opressor, que não via com bons olhos a atenção do Creador para com seus filhos materiais, surgindo dessa forma, o primeiro pecado, ou seja, a inveja.

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Embora bem credenciado junto ao Altíssimo e portador dos poderes da onipotência e da onipresença, o grande opressor não se continha da inveja que sentia das criaturas matérias e logo colocou em prática o seu plano maléfico. Utilizando de seus poderes de persuasão, transformou-se em uma serpente e seduziu Eva para que comesse do fruto proibido. Então, Eva desobedeceu, comeu e ainda serviu a Adão. Assim, foi consumado segundo pecado: A desobediência. Pela inveja, o então querubim ungido da guarda de seu Creador, foi apartado da convivência junto ao Senhor da Eternidade. Pela desobediência Adão e Eva, e por extensão todos nós, perdemos a chance de viver desde o início no paraíso. Porem o Creador sendo justo e misericordioso não retirou de Adão e Eva as propriedades a eles concedidas no paraíso, ou seja, o discernimento e a formosura física das quais os diferenciavam de seus ancestrais que continuavam vivendo fora do paraíso, na forma e ainda no estágio primitivo de seres desprovidos do discernimento e formosura, propriedades estas, concedidas a Adão e Eva, quando no paraíso. E assim, os enviou para um lugar da terra distante de seus ancestrais, ainda sob a sua vigilância e proteção, embora portadores do pecado, pois, acreditava o Senhor, que um dia através do arrependimento eles se tornassem dignos de seu perdão, e dai dar prosseguimento em seu propósito para a humanidade. Permitiu então o Sempiterno, que Adão conhecesse Eva, e por ironia, seus primeiros rebentos nasceram homens (varões) Caim e Abel, e para piorar, Caim matou Abel e logo após fora apartado de seus pais e enviado para junto de sua ancestralidade, ainda desprovida do discernimento, propriedade essa, ele (Caim) não soube usar ao extinguir seu até então, único irmão (Abel). Porem o Senhor não lhe abandonou, colocou nele um sinal (proteção) para que nenhuma fera e nem sequer qualquer um de seus semelhantes instintivos, lhes fizessem mal, até conquistar e conhecer uma esposa que lhe gerasse filhos e filhos por gerações.


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 Quero crer, que as gerações da raiz de Caim, foi um povo intermediário entre os povos instintivos e os povos da linhagem (raiz) de Sete, ou seja, nem dotados do pleno discernimento, porem nem tão xucros. Pode-se até considerar, um meio passo no sentido da evolução. Enquanto isso Adão e Eva foram honrados com outro filho varão que ganhou o nome de Sete, o qual até atingir a idade reprodutiva com alguém da sua tribo, propiciou a Caim uma enorme dianteira na proliferação da espécie. Acredito que tudo tenha sido um propósito do Senhor visando observar o comportamento de duas vertentes para a formação da humanidade, ou seja, semelhantes, porem distintas, quanto à sua índole. Daí, gerações e gerações surgiram e foram dizimadas sempre com propósito de que fosse buscada uma conciliação com o Senhor, porem, tudo em vão até que chegado os dias de Noé e somente nele o Senhor achou graça quanto à sua semelhança em retidão. Então o Senhor entristecido e quase que arrependido, chamou Noé e disse: “Noé, vem comigo, pois eis que vou exterminar com tudo que já criei sobre a terra”. E respondeu-lhe Noé: “Senhor, tenha misericórdia de nós, dê-nos mais uma chance. Veja os animais quão belos são aos nossos olhos”. Determinou o Creador que Noé construísse uma arca nas dimensões previamente recomendadas e que depois de pronta, embarcasse nela somente ele, sua mulher, seus filhos com suas noras e os animais previamente especificados antes do embarque, pois o Senhor iria fazer chover sobre a terra durante quarenta dias e quarenta noites até que toda ela ficasse submersa de agua numa altura de 15 côvados acima do cume mais alto nela existente, fazendo perecer assim, todo ser vivente de sua superfície seca. E passou Noé duzentos e cinquenta anos de sua vida junto com a esposa, os seus filhos e noras construindo a arca.


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 E assim, praticou o Senhor a primeira erradicação geral de seus desafetos sobre a face da terra, denominado como DILUVIO. Passado o diluvio, tudo foi recomeçado a partir de Noé através de seus filhos, conforme pormenorizadamente narrado na Bíblia nos livros do VELHO TESTAMENTO até Moisés de Moisés até Jesus Cristo. Nessas duas fases citadas, o Senhor tentou em diversas seleções pontuais sempre visando uma aproximação com a humanidade através de seus escolhidos, porem, todas foram em vão mais uma vez. Vendo esgotadas até então suas tentativas, porem, ainda com muito amor pela humanidade, escolheu ELE o Creador, ainda no ventre de sua mãe (Izabel) o precursor que iria se chamar João Batista o qual, deveria preparar a transição (o caminho) o que significa a adequação dos ensinamentos e mandamentos aplicados na lei de Moisés para o que iria ser deixado por Cristo como o NOVO TESTAMENTO ou o tempo da graça, válido para os dias de hoje até o fim dos tempos.


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 Enviou o Senhor seu único Filho para que Nele recaíssem todos os pecados até então praticados, livrando-nos de todos os pecados impostos pela sua lei, entregue a Moisés, a qual perdurou durante todo o VELHO TESTAMENTO.

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 Após a morte de Jesus, estamos sob as recomendações e mandamentos regidos pelo NOVO TESTAMENTO o qual diz que Cristo é o único caminho, como Ele mesmo disse: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida”. E ainda: “Ninguém vem ao Pai senão por mim”. Assim estamos sob a avaliação da lei da GRAÇA, portanto, a nossa salvação só depende de cada um de nós, pois os mandamentos, ensinamentos e exemplos, Ele o Cristo deixou acessível para todos e é uma questão de aceitar ou não. Para obter esclarecimentos mais detalhados e pormenorizados sobre este texto, leia e procure entender todos os livros contidos na bíblia, referentes ao VELHO TESTAMENTO. Espero ter contribuído para a sua reflexão e entendimento básico quanto aos propósitos do Creador para conosco. Por: Antônio Evangelista Neves. Nota do autor: No próximo artigo, deverei abordar também, de maneira simplificada, as recomendações, mandamentos e ensinamentos a serem praticados, visando como ficar de bem com o Senhor nesse tempo da GRAÇA.    

Noite de louvores, graças e libertações

Igreja
Renato Silva, Pedro, Felipe Faria
Quarta feira dia 21/01/14 às 20 horas na igreja Assembleia de Deus (Ministério São José do Rio Preto) em Rolândia-SP, um fervoroso culto voltado para curas e libertações foi realizado pelos pastores itinerantes Felipe Farias (pregador) e Renato Silva (assistente) com a colaboração dos demais convidados do Pr. Pedro.
O tema do culto foi focado nos exemplos de unção e atribuições designadas a Zacarias e seu filho João Batista, primo e antecessor de Jesus Cristo.
Muitas revelações, bênçãos e curas foram profetizadas no decorrer do culto, além, de uma valorosa aula para reflexões, deveres e procedimentos a serem seguidos por todos indistintamente.
O Pr. Pedro mui respeitosamente, agradece a presença e o apoio de todos que de alguma forma contribuíram para o sucesso do evento.

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MINHA SUGESTÃO AO VATICANO: A TROCA DA DENOMINAÇÃO DE MARIA COMO ‘MÃE DE DEUS’ POR 'VASO DE DEUS'



Eu, Antônio Evangelista Neves, brasileiro, 72 anos, faço recomendações ao Papa Francisco referente à correção na oração da Ave Maria, substituindo a equivocada denominação proferida como: Santa Maria “Mãe de Deus”. Por Santa Maria “Vaso de Deus”.

                                   Razões

-Sendo Deus sempiterno, fica entendido que Ele não é oriundo de nenhuma paternidade, logo ele não tem mãe.
-O fato de que ela tenha gerado Jesus que se tornara o Cristo, o Filho de Deus, o qual já existia antes da formação desse universo, não a credencia ser sua mãe, pois, nesse caso ela teria que ser mulher de Deus, já que Cristo é Filho de Deus.



-Maria foi avaliada e escolhida pelos seus méritos, como um fiel depositário, ou seja, vaso capaz de germinar a semente nela depositada, e, cuidar de seu fruto até que Ele se tornasse independente, o que fez com louvor e muito amor, embora sabendo que sobre Ele, nenhum poder lhe fora concedido.
Assim, solicito ao Sumo Pontífice que tome as medidas cabíveis no sentido de acatar a minha sugestão para evitar o mau exemplo do apoio da igreja dado ao Geocentrismo defendido pelo cientista Claudius Ptolomeu, o que entre outros insistentes enganos, fez com que o Papa João Paulo II viesse a pedir perdão à humanidade pelo atraso da ciência por mais de 1.600 anos devido à inflexão/ intransigência da igreja.
Sei que não serei compreendido por muitos, e que não sou o dono da verdade, entretanto, aprendi discernir e avaliar sobre o certo e o errado, ainda mais quando as evidencias e contraditórios podem ser aclarados sem margem de dúvidas.

De: Antônio Evangelista Neves.
Palestina, 15 de julho de 2014




A minha percepção sobre o tempo (Artigo de Antonio Evangelista Neves)



Ao contrario do que muitos pensam, e até mesmo afirmam, por desconhecimentos de causa, proferindo dizeres tais como “com o passar do tempo, em outros tempos, tempos novos virão, naqueles tempos e muitas outras citações conhecidas, o tempo verdadeiro não passa em função do que ocorre aqui no planeta Terra e até mesmo com o sistema de que ele é parte”.

Durante a nossa existência aqui na terra, e na nossa cronologia, ele, o tempo, permaneceu praticamente inalterado. Enquanto isso, a humanidade de que se tem registro, passou por muitos e muitos ciclos, ou seja, gerações e gerações que passaram por alterações perceptíveis tanto para o bem como para o mal, o qual até hoje está levando grande vantagem, infelizmente. Tudo isso, descrito em livros da HISTÓRIA DA HUMANIDADE. A sua disposição conforme a sua preferencia de idioma e crença religiosa.

Apesar de tantas informações ilustradas disponíveis versando sobre a dinâmica do universo, muitos ainda estão confundindo ciclos físicos entre os orgânicos e inorgânicos nas vidas animal, vegetal e mineral, que em alguns dos casos até parecem repetitivos, porem, apenas semelhantes, mas nunca iguais.

Pois no nosso sistema solar bem como em todo universo, tudo está em constante transformação, mutação e adequação desde a formação do próprio universo, conforme o entendimento de cada um, que por mais diferentes e contraditórias que sejam as opiniões entre os oponentes, não altera em nada a cronologia do tempo verdadeiro que segue sua trajetória, indiferente às besteiras que aqui são praticadas e que somos as próprias vitimas.

Dessa forma, todos devem se conscientizar, quer individualmente ou em grupos, socialmente a partir da família até a mais alta esfera cívica dos poderes constituídos, a saber, LEGISLATIVO, EXECUTIVO E JUDICIARIO, querem pertençam eles as esferas municipal, estadual ou federal, os quais devem e deverão cumprir suas atribuições isentas de fisiologismos, paternalismos e outras práticas nefastas à governabilidade de uma nação. Procurando cada um dar o melhor de si no exercício de suas funções para que, assim, somem valores em favor de um ciclo escrito, considerado entre os melhores já inseridos no tempo verdadeiro.

Poderia citar inúmeros exemplos didáticos no sentido de diferenciar um ciclo por nós denominado ‘’tempo’’, em função dos movimentos naturais do nosso planeta o de rotação (em torno de seu eixo imaginário), e o de translação (em torno do sol), que devido a nossa curta duração biológica são considerados repetitivos e inalterados.

Assim, para não me estender, quero citar apenas um para sua reflexão. Exemplo: A lua gira em torno da terra num movimento sincronizado ao de rotação da própria terra, enquanto a mesma gira em torno do sol no seu movimento de translação, levando simultaneamente a lua durante sua trajetória. Já o sol, se não estiver girando em torno de nada, no mínimo segue os movimentos da nossa galáxia (VIA-LACTEA), rumo ao desconhecido, ou na melhor das hipóteses, ao ainda não muito bem definido.
(Por Antonio Evangelista Neves, Blog Tirando De Letras/ Rede Midial)
Palestina 12 de março de 2014.


A polêmica e má interpretação do conceito ‘década’, inclusive no Wikipédia


DESTAQUE: "A primeira década iniciou-se a partir do primeiro instante do dia 1.º de janeiro do ano 01, e findou-se no último instante do dia 31 de dezembro do ano 09"

Primeiramente, creio que está compreendido por todos, que uma década é um tempo percorrido ou a percorrer com duração de dez anos em quaisquer das situações em que ela foi ou será considerada no calendário vigente.

Fica entendido, também, que não existe a obrigatoriedade de se fixar sua data inicial num determinado dia, mês, ano, década, século e milênio, no calendário cronológico (em ordem seqüencial), quer seja ele Cristão, Judeu, Mulçumano ou outros, desde que o período de um ano seja de 365 dias intercalados por um de 366 dias, a cada quatro anos, e que recebe, em todo o planeta, a denominação de ‘Ano Bissexto’, quando o mês de fevereiro é formado por 29 dias, para corrigir as horas, minutos e segundos, além dos 365 contabilizados durante o período mencionado.

Assim, essa década pode ser citada em qualquer fase do calendário podendo ela estar inserida entre uma década e outra no calendário cronológico em uso. Exemplo, de 12 de outubro de 1925 a 12 de outubro de 1935 que é um período de dez anos (10), portanto, uma década, e que pode ser comumente citada como situada entre os anos 20 (Vinte) e 30 (Trinta), no calendário gregoriano (o nosso), instituído pelo Papa Gregório XIII (1502 a 1585).
Porem, não pode incorrer no erro de confundir uma década percorrida isoladamente apenas para citar um fato ocorrido naquele período, com a década cronológica que tem o seu vinculo com os séculos e milênios já percorridos e a percorrer iniciando tudo a partir do marco zero do ano cristão.

A primeira década iniciou-se a partir do primeiro instante do dia 1.º de janeiro do ano 01, e findou-se no último instante do dia 31 de dezembro do ano 09, ou seja, à zero hora de 1.º de janeiro da segunda década, portanto, é assim que fica compreendido o início da década de 20. E pelo amor em Deus, nunca mais confunda década de 20, com  a contagem verbalizada dos algarismos de 1 a 9 repetidos em cada dezena de anos computados e compreendidos entre os  anos 20 aos anos 90, repetindo tudo novamente nos próximos séculos e milênios.
O interessante é que ninguém comenta da mesma forma sobre o período decorrido entre 10 a 20. E sabe por que? Porque ninguém pronuncia 10 e 1, 10 e 2, 10 e 3, 10 e 4, e 10 e 5, mas sim, 11, 12, 13, 14, 15. A partir daí é que a fonética dez antecede os numerais de 6 a 9 até iniciar a contagem sequencial de 1 a 9 a partir dos anos 20.

Para não cometer erros, nunca diga a década de 20 a 90 em qualquer século ou milênio, se não estiver se referindo ao tempo cronológico decorrido a partir de sua origem, se não for o caso, cita o período entre os anos de 20 a 90, podendo até haver uma Interface entre os anos e o período mencionado. Exemplo: Em meados dos anos 60 e 70, ocorreram vários abalos sísmicos na região, por mais de uma década. Neste caso, a década está desvinculada do tempo cronológico real, mas sim, a um período decorrido nos anos 60 e 70.
Espero ter contribuído para o esclarecimento de algumas dúvidas, inclusive mal resolvidas em publicações na Wikipédia.

Palestina SP, 18 de maio de 2013.





AUTOR: 
Antônio Evangelista Neves.

CONTATO: 
antonioevangelistaneves@hotmail.com

SÓCIO-PROPRIETÁRIO DO Site: 
www.jornaldaregiaopalestina.com.br

O casamento em extinção (Artigo do Blog Neves Tirando de Letra)



E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.Gênesis 1:28


O casamento em extinção


O casamento até então, considerado uma cerimonia de homologação de um ato espontâneo quando duas pessoas de sexo diferentes, ou melhor, masculino e feminino, bem definidos, se apresentam sob as autoridades civil e religiosa munidos de testemunhas representativas de ambas as partes com o propósito de oficializar a união afetiva do casal.

Tal cerimonia, tinha e, felizmente para alguns, ainda tem, além da inteiração segura e prazerosa do ato sexual, o objetivo principal de dar continuidade de maneira natural à perpetuação da raça humana, através da geração de seus filhos.

Hoje, com o avanço, intromissão e interferência da ciência na área da genética humana, bem como a banalização do ato sexual em todos os níveis sociais, a continuidade da raça humana, ou seja, do ato de gerar filhos, deixou de ser um processo involuntário para tornar-se manipulável e seletivo em vários estágios da vida, até mesmo antes do momento da concepção, ainda na condição de óvulo e espermatozóide, a escolha já é possível, e isso, sem contar com as concepções indesejadas, aquelas por estupro, incesto e outras modalidades de persuasão que estão sujeitas a incapaz.

Entretanto, a pior ainda esta para acontecer. Devido à insensibilidade, incoerência, interesses políticos ou fazerem parte de um grupo diferenciado devido uma anomalia genética ou um desvio comportamental causado por situação impactante quando a sua cadeia de neurônios ainda em formação, tornando as pessoas com um grau diferenciado quanto as suas opções sexuais e afetivas sendo denominados como homossexuais, aqueles que têm a sua atração sexual pelo mesmo sexo (gays e lésbicas), autoridades constituídas em boa parte do planeta, concederam a eles o direito de oficializarem a união ‘conjugal’ com a denominação do ato chamada oficialmente de CASAMENTO, estado civil até então concedido somente aos heterossexuais (macho e fêmea), que se forem normais quanto às suas condições físicas, estarão aptos a procriar.

Não é meu intuito, e nem tenho essa prerrogativa, de discriminar ou subjugar o direito pleiteado pelas partes quanto aos seus direitos sociais pleiteados com a homologação da união entre as partes, apenas tenho a convicção que o termo casamento, por enquanto, não pode ser aplicado para esses tipos de casos. Não sei no futuro, quando o transplante, por completo, do sistema reprodutivo do ser humano tornar-se possível, não somente pela ciência, mas também por Deus.

Diante o exposto, creio que as motivações reais para levar um casal ou casais ao matrimonio que já estavam em baixa, agora com essa generalização do termo CASAMENTO para finalidades distintas, fica difícil atrair os heterossexuais para o matrimonio convencional hoje estendido aos homossexuais nos mesmos moldes e costumes até hoje aplicados, digo somente entre MACHO e FÊMEA.

Palestina, 17 de maio de 2013.
Autor: Antônio Evangelista Neves.

Aqui na Terra, somos todos seres primários



Todos os seres vivos que estão sob o invólucro que abrange o planeta Terra, sejam eles pertencentes ao reino vegetal ou animal e que estão sujeito à ação da gravidade, bem como aqueles que esporadicamente ultrapassam essa barreira (os astronautas), a meu ver, são organismos primários.
Mesmo que houvesse entre nós alguém com um cérebro sobrenatural capaz de armazenar os dados contidos em todos os computadores existentes no planeta, ainda assim, ele seria, no meu conceito, um ser primário. E por quê?

Porque enquanto formos limitados à vida material, somos todos dependentes da energia solar convertida na maior parte pela fotossíntese. Sendo esse processo de transformação responsável pela maioria da produção de alimentos consumida pelo reino animal, complementada por outras fontes de conversão realizadas por reações naturais em processos eletroquímicos, quimo eletro e outros, porém, todos são dependentes da energia advinda do sol, e que graças a alguns protetores naturais como a camada de ozônio, não chega ate’ nós com seu espectro total da própria energia irradiada, na forma de luz e calor. E isso, por enquanto. Porém, até quando?

Até quando isso não se sabe. Mas não porque a energia solar irá se esgotar em nossos tempos, e sim, porque o planeta não nos suportará por tanto tempo ante tantas agressões e desmandos praticados pelos seres “humanos”. Veja que já estamos consumindo duas vezes e meia mais que a sua capacidade de regeneração. E qual a sua reserva? E por quanto tempo ele resistirá?
Ninguém sabe. Eu particularmente creio que já o esgotamos demais e que algo desagradável poderá ocorrer em nossos tempos, atingindo a todos indistintamente. Para que isso ocorra basta uma pequena correção na inclinação do eixo imaginário da Terra, em torno do qual ocorre uma rotação a cada 24 horas. Parece pouco? Mas não é. Pois os corpos situados em sua superfície na linha do Equador estão numa velocidade constante da ordem de 1.666 Km/h. Pôxa, ainda bem que é constante essa velocidade e que surgimos no planeta quando ela já estava estabilizada.

Saiba que tudo o que consumimos na forma de alimentos, quer sejam eles sólidos, líquidos e gasosos, são anteriormente processados e convertidos por outros organismos que, às vezes, recebem de nós um empurrão artificial no campo da genética, visando dois objetivos: A maior produtividade direcionada para o bem de todos, e a lucratividade sem escrúpulos em beneficio de alguns. Infelizmente.

Então com muito otimismo podemos nos considerar com uma bateria recarregável que com o tempo vai perdendo sua capacidade de armazenar energia até tornar se descartável. E conosco não é diferente, pois, se tudo correr bem todos morrerá um dia, quer de velhice devido a não renovação celular que vai se esvaindo com o tempo, ou então por um acidente de percurso de forma abrupta ou lenta e sofrida de acordo com o modo de vida ou o perfil de cada um.

O fato é que a única certeza que temos na vida é a morte, que às vezes é prolongada, mas não evitada, o que acaba comprovando que nesse quesito, finalmente, e literalmente, nos tornamos iguais.
Porém, se faltar a Energia Solar, já que este é apenas um entre os bilhões de bilhões de microssistemas existentes no universo, essa igualdade começa a se dar em vida, pois, de nada valerá a diferenças de classes entre os abastados e os miseráveis, pois o caos alcançará a todos indistintamente e com pouca diferença no tempo, pois, ninguém tem reserva orgânica ou recursos artificiais capaz de suportar por meses as alterações e intempéries que ocorrerão na Terra, devido à falta da energia solar. Ocorrendo isso, a vida material no planeta fatalmente se extinguirá, quer de maneira abrupta ou lenta.

Desta forma, quer de maneira abrupta ou lenta, de forma individual ou coletiva, a morte será inevitável. E então, todos terão que passar por um exame de seleção do qual o resultado positivo será a promoção do estágio de primeiro para o segundo grau.

O que quer dizer, deixar o lastro material que limita a nossa locomoção para fora do planeta Terra e a total dependência do sol na nossa forma física, principalmente da rede de agentes convertedores de sua energia para nossa cadeia alimentar, e tornarmos seres espirituais, passando a depender do alimento do espirito, o que ainda não o provamos por completo, ou sequer parcialmente.
Para os promovidos, ou seja, os aprovados ao segundo grau, que acredito serão poucos, esses, já não terão mais interesse em viagens internacionais que é o top em nossos dias para alguns, e sim, em viagens interplanetárias.

Porém, ainda limitadas para somente entre os corpos que compõem o sistema solar, pois, entre os sistemas existentes nesta galáxia (a Via Láctea), creio que terão que ser promovidos para o terceiro grau. Já no quarto grau, as viagens poderão ser intergalácticas podendo os tais viajantes até mesmo se aproximar de alguns assessores diretos do Sempre Terno Deus e aí, indagarem a eles como se deu mesmo a formação do universo, e com um pouco de sorte, obter de um deles a resposta convincente para a pergunta, e até mesmo indagar onde Ele estava quando o fez.

Como se vê, ainda está longe o dia para formularmos tal pergunta e mais longe ainda para compreendermos a resposta. O melhor é procurarmos fazer a lição de casa aqui na Terra conforme foi por Ele determinado através de seu Filho, o Cristo.

Assim, creio que o passaporte carimbado dando direito a um estágio superior ao que nos encontramos no presente, ou seja, na condição material, não é privilégio dos intelectuais ou dos bem aquinhoados financeiramente e, sim, daqueles que passarem no exame de seleção segundo o critério Dele, o Pai, na matéria que foi ensinada pelo seu Filho, e que será por Eles avaliada. Acredito que enquanto matéria podemos e devemos nos preparar para tornarmos seres espirituais. Já em espirito, o Senhor fará a seleção e classificação do grau da espiritualidade alcançada. Por isso, faça o melhor enquanto há tempo.

Uma mensagem para todos os detentores do poder em todos os níveis do familiar aos chefes de estados, nações e eclesiásticos: Se quiseres ser grandes, não me façam pequeno, pois, os observo de uma posição variável distante da Terra, não do alto ou de cima, pois, esses termos são convenções terrestres compreendidas de forma equivocada, onde para baixo, quer dizer o sentido da força de atração em direção ao centro da Terra (a ação da gravidade). Já para o alto, é a direção oposta, ou seja, a força de repulsão/propulsão quer pelo magnetismo de forma limitada no primeiro caso, ou com o emprego da energia cinética despendida, como é aplicada nos lançamentos dos artefatos (foguetes) espaciais.

Saiba que a direção apontada para o alto por alguém aqui no Brasil, no mesmo tempo pode ser indicada no sentido oposto lá no Japão, ou doze horas depois pelo mesma pessoa ainda no Brasil, desconsiderando a distância percorrida pelo planeta na sua orbita em torno do sol, e que não é pouca, chegando a 1.284.000 quilômetros aproximadamente, o que para um observador atento implica numa correção do foco na direção do seu alvo. O correto seria mencionar o entorno, já que a Terra é redonda e o SER SUPREMO está em toda parte do universo por Ele criado.

Considerando esse conceito ou parte dele como verdadeiro, percebe-se que não basta se preparar para a morte e tornar-se um ser espiritual, pois, ainda terá que continuar evoluindo como espirito, a menos, que tenha a prepotência em admitir que ao tornar-se espirito, já tenha alcançado o nível de espiritualidade de seres como Noé, Moisés, Josué, Abraão, Ló, Jó, João Batista, apóstolo Paulo e tantos outros homens e mulheres citados na Bíblia, quer seja no VELHO ou no NOVO ESTAMENTO, que se apresentaram diante de Deus com obras e fé diferenciadas as do nosso tempo.

Aliás, é oportuno citar que o erro de Darwin, foi realizar um belo, fundamentado e conceituado trabalho, porem, descrever a sua teoria da evolução como se tudo fosse iniciado aqui na Terra, sem atribuir a Deus a existência de tudo sobre ela, dando assim, margem para inflamadas discussões entre os defensores do Criacionismo em oposição aos do Evolucionismo por falta de discernimento de ambas as partes e não do conhecimento cultural apostilado e acessível somente para alguns de cada parte. Infelizmente, pois, estou descrevendo sobre o desconhecido, porem, o imaginável.

Quanto aos conceitos Criacionismo ou Evolucionismo, digo que um é complemento do outro já que nada se evolui sem que antes tenha sido criado. Entretanto, aconselho aos debatedores que saiam do nível de contos de fadas e que busquem entendimentos mais elevados sobre as coisas de Deus, pois alguns, ainda defendem o Geocentrismo de Ptolomeu, cujo conceito retardou de forma imperativa e abusiva D.C., o livre avanço da ciência por quase 1.600 anos.

Exemplo: Como defender ou reconhecer Pedro Alvares Cabral como o descobridor do Brasil, se ao chegar aqui ele deparou-se com o português João Ramalho já casado com a índia Bartira, bem como seu companheiro Diogo Alves Correa (Caramuru), dando tiros de mosquetão e ateando fogo em combustível sobre as aguas, bem como outros portugueses que aqui já se encontravam.

Como se isso não bastasse, mesmo perdido ele enviou um mensageiro de volta a Portugal (com uma das naus e tripulação, é claro), para que fosse confirmado o seu grande feito ao rei. E ainda perdido, pasmem, seguiu para a Índia com a satisfação do dever cumprido. Ora, isso eu ouvi como verdade, ainda no primário, o que na época questionei. Hoje estou com 70 anos de idade e parece que o ensinamento ainda é o mesmo.

E quanto ao Geocentrismo, foi devido à crença nesse conceito, a razão de muitos sábios serem julgados, condenados e jogados na fogueira ou enclausurados até à morte, mesmo retratando-se como ocorreu com Galileu Galilei, fora o atraso já mencionado, e que levou o papa João Paulo ll num gesto de grandeza, pedir perdão para a humanidade pelos muitos crimes praticados pela igreja naquela época. 
Então, reflita bem sobre as verdades escritas, pois, a verdadeira ainda pode estar por vir.

Coloco-me a disposição para receber críticas construtivas ou contraditórias desde que embasadas em princípios filosóficos ou do livre pensamento. Porém, reservo-me o direito de não comentar sobre qualquer posição doutrinal ou dogmas por esses defendidos quanto às contraditórias, pois, vamos entrar no mérito das verdades escritas e ainda não bem compreendidas por muitos.
Penso ter contribuído para um melhor entendimento e reflexão sobre o todo de que somos parte. Ou melhor, como sendo uma minúscula parte desse todo.            

Palestina, 09 de abril de 2012.
Uma colaboração do autor: Antônio Evangelista Neves. 




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