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Valores adormecidos.

Palestinenses precisam rever suas origens, compreender e buscar nos exemplos esquecidos, estímulos de dignidade.
Jugamos necessário repostar essa matéria pela razão de que na época do aniversário de 76 anos de Palestina a referida matéria já estava no ar desde 29/05/2013 com objetivo de ser projetada para visualização pública por ocasião dos eventos comemorativos.
Entretanto, não foi essa a visão dos organizadores sob o comando do prefeito recém eleito senhor Luiz Fernando Semedo (Nandão) o que lamentamos, pois, poderia ter enriquecido e abrilhantado as comemorações, numa demonstração de civilidade.

O INSENSATO FUMANTE

Começa assim  

O ato de fumar é:
Uma fraqueza ?
Uma teimosia ?
Uma dependência química?
Um desrespeito físico, familiar e social?
Um desconhecimento da existência de um Criador, ou uma afronta ao mesmo?

  Com certeza, a resposta é a somatória de todas as indagações feitas. Porém, o desconhecimento da existência de um Ser Supremo, é a origem de todas as manifestações, práticas e atitudes nefastas causadas pelo hábito, prática ou vício do tabagismo. Mas não é considerado o conhecimento oral e verbalizado sobre o Criador e, sim, a prática dos seus ensinamentos sem retaliações.

  Quando a pessoa desconhece a sua existência por ignorância (ausência do saber), ela apenas está distante Dele e ainda não tem a orientação para ir ao Seu encontro. Já quando a pessoa tem a noção de Sua existência, por menor que seja o seu conhecimento, e ainda assim opta por desrespeita-lo, está se afastando Dele às vezes, sem chance de fazer o caminho de volta.
  
  Se pelo lado filosófico e cristão ainda não for o suficiente para uma tomada de decisão contra o vício do tabagismo, vejamos então pelo lado orgânico. Saiba que o pulmão, é o principal órgão do nosso sistema respiratório, responsável pela a oxigenação do sangue, que tem a função de levar os nutrientes para todo o universo celular que forma nosso corpo.

  Não o bastante, ele ainda está posicionado de forma desfavorável para se livrar dos dejetos a ele impostos, de forma irresponsável pelo seu portador.

  A ação da gravidade que atua em todos os corpos na face da terra faz com ele seja um coletor de partículas mais pesadas que o ar, pois, a entrada e saída do ar aspirado e respirado, é a mesma com o acesso único pela parte superior. Ao contrário do sistema digestivo que, em muitos dos casos, um laxante associado com uma lavagem intestinal já é o bastante para se livrar de algo indesejado no sistema.

  Mesmo que andássemos de cabeça para baixo, ele ainda seria contaminado e sacrificado pelos elementos nocivos contidos na fumaça dos cigarros e congêneres ou análogos, pois, esses elementos se fixariam em suas paredes, a exemplo da tinta numa pintura a revolver que é fixada na parte inferior do
forro nas dependências de nossas casas, contrariando a lei da gravidade.

  Sugiro aqui uma reflexão ou um alerta aos fumantes: Vocês tomariam da água que é transportada num canal aberto, ao lado de um canal também aberto, porém, transportando esgoto? Creio que não. Mas é isso que vocês fazem com o próprio sangue, que vem em busca de oxigênio, encontra azoto e, de quebra, um reforço de alcatrão e nicotina adicionados de maneira irresponsável no volume gasoso aspirado pelo seu portador, já saturado e não raro em ambiente confinado. 

  Assim, o fumante vai prejudicando não só a si próprio, mas os seus familiares, colegas de trabalho e todos em seu redor, porque o fumante é, no seu ato de fumar, um desrespeitador de regras sociais quando apenas o bom senso lhe for solicitado, pois, na ânsia de satisfazer sua dependência psicoquímica, ele considera sua atitude normal e ilimitada exercendo um comportamento como se estivesse no centro de um grande lixão, onde somente ele é importante, não se incomodando com os incomodados.

Pode termina assim


Antônio Evangelista Neves
Palestina, 12 de agosto de 2014

Alerta a todos os educadores, pais e autoridades palestinenses sobre o bullying nas escolas


Chegou até nossa redação reclamações extra-oficiais da existência de casos de bullying  em Palestina, na EMEF- Valentim Álvares. Tentamos apurar a denúncia através dos meios legais, claro, iniciando por pesquisas na polícia local, porém, não há denúncia de nenhum caso registrado.
Alertamos as autoridades competentes, que agilizem e atuem com vigilância intensiva para coibir esse mal social, a fim de que ele não venha realmente a existir em nossas escolas, trazendo constrangimento, lesões, danos físicos e morais na formação de nossos estudantes, principalmente crianças e adolescentes.
Pois é sabido que já há algum tempo esse mal vem ocorrendo em nível mundial (com graves registros no Brasil, infelizmente), e com risco de se instalar com danos irreparáveis em nossa sociedade.
Veja vídeo respostado pelo Jornal da Região que mostra em detalhes o que é e como evitar que ocorra o bullying nas escolas.


VÍDEO EDUCATIVO SOBRE O BULLYNG NAS ESCOLAS,
REPOSTADO PELO JORNAL DA REGIÃO DE PALESTINA,
CUMPRINDO SUA META DE TRABALHO COM 
RESPONSABILIDADE SOCIAL


Minha pesquisa na Internet sobre o bullying:
Criança e Adolescente – Comportamento Escolar

10 PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE BULLYING (A pedagoga e escritora Adriana Ramos responde as dúvidas dos leitores)

1. O que é bullying?
Bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O termo bullying tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão. Mesmo sem uma denominação em português, é entendido como ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maltrato.
"É uma das formas de violência que mais cresce no mundo", afirma Cléo Fante, educadora e autora do livro Fenômeno Bullying: Como Prevenir a Violência nas Escolas e Educar para a Paz (224 págs., Ed. Verus, tel. (19) 4009-6868 ). Segundo a especialista, o bullying pode ocorrer em qualquer contexto social, como escolas, universidades, famílias, vizinhança e locais de trabalho. O que, à primeira vista, pode parecer um simples apelido inofensivo pode afetar emocional e fisicamente o alvo da ofensa.
Além de um possível isolamento ou queda do rendimento escolar, crianças e adolescentes que passam por humilhações racistas, difamatórias ou separatistas podesm apresentar doenças psicossomáticas e sofrer de algum tipo de trauma que influencie traços da personalidade. Em alguns casos extremos, o bullying chega a afetar o estado emocional do jovem de tal maneira que ele opte por soluções trágicas, como o suicídio.

2. O que não é bullying?
Discussões ou brigas pontuais não são bullying. Conflitos entre professor e aluno ou aluno e gestor também não são considerados bullying. Para que seja bullying, é necessário que a agressão ocorra entre pares (colegas de classe ou de trabalho, por exemplo). Todo bullying é uma agressão, mas nem toda a agressão é classificada como bullying.
Para Telma Vinha, doutora em Psicologia Educacional e professora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), para ser dada como bullying, a agressão física ou moral deve apresentar quatro características: a intenção do autor em ferir o alvo, a repetição da agressão, a presença de um público espectador e a concordância do alvo com relação à ofensa. ''Quando o alvo supera o motivo da agressão, ele reage ou ignora, desmotivando a ação do autor'', explica a especialista.

3. O bullying é um fenômeno recente?
Não. O bullying sempre existiu. No entanto, o primeiro a relacionar a palavra a um fenômeno foi Dan Olweus, professor da Universidade da Noruega, no fim da década de 1970. Ao estudar as tendências suicidas entre adolescentes, o pesquisador descobriu que a maioria desses jovens tinha sofrido algum tipo de ameaça e que, portanto, o bullying era um mal a combater.
A popularidade do fenômeno cresceu com a influência dos meios eletrônicos, como a internet e as reportagens na televisão, pois os apelidos pejorativos e as brincadeiras ofensivas foram tomando proporções maiores. "O fato de ter consequências trágicas - como mortes e suicídios - e a impunidade proporcionaram a necessidade de se discutir de forma mais séria o tema", aponta Guilherme Schelb, procurador da República e autor do livro Violência e Criminalidade Infanto-Juvenil (164 págs., Thesaurus Editora tel. (61) 3344-3738).
  
4. O que leva o autor do bullying a praticá-lo?
Querer ser mais popular, sentir-se poderoso e obter uma boa imagem de si mesmo. Isso tudo leva o autor do bullying a atingir o colega com repetidas humilhações ou depreciações. É uma pessoa que não aprendeu a transformar sua raiva em diálogo e para quem o sofrimento do outro não é motivo para ele deixar de agir. Pelo contrário, sente-se satisfeito com a opressão do agredido, supondo ou antecipando quão dolorosa será aquela crueldade vivida pela vítima.
''O autor não é assim apenas na escola. Normalmente ele tem uma relação familiar na qual tudo se resolve pela violência verbal ou física e ele reproduz isso no ambiente escolar'', explica o médico pediatra Lauro Monteiro Filho, fundador da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia).
Sozinha, a escola não consegue resolver o problema, mas é normalmente nesse ambiente que se demonstram os primeiros sinais de um praticante de bullying. "A tendência é que ele seja assim por toda a vida, a menos que seja tratado", diz.

5. O espectador também participa do bullying?
Sim. O espectador é um personagem fundamental no bullying. É comum pensar que há apenas dois envolvidos no conflito: o autor e o alvo. Mas os especialistas alertam para um terceiro personagem responsável pela continuidade do conflito.
O espectador típico é uma testemunha dos fatos, pois não sai em defesa da vítima nem se junta aos autores. Quando recebe uma mensagem, não repassa. Essa atitude passiva pode ocorrer por medo de também ser alvo de ataques ou por falta de iniciativa para tomar partido.
Os que atuam como plateia ativa ou como torcida, reforçando a agressão, rindo ou dizendo palavras de incentivo também são considerados espectadores. Eles retransmitem imagens ou fofocas. Geralmente, estão acostumados com a prática, encarando-a como natural dentro do ambiente escolar. ''O espectador se fecha aos relacionamentos, se exclui porque ele acha que pode sofrer também no futuro.
Se for pela internet, por exemplo, ele ‘apenas’ repassa a informação. Mas isso o torna um coautor'', explica a pesquisadora Cléo Fante, educadora e autora do livro Fenômeno Bullying: Como Prevenir a Violência nas Escolas e Educar para a Paz (224 págs., Ed. Verus, tel. (19) 4009-6868).

6. Como identificar o alvo do bullying?
O alvo costuma ser uma criança com baixa autoestima e retraída tanto na escola quanto no lar. ''Por essas características, é difícil esse jovem conseguir reagir'', afirma o pediatra Lauro Monteiro Filho. Aí é que entra a questão da repetição no bullying, pois se o aluno procura ajuda, a tendência é que a provocação cesse.
Além dos traços psicológicos, os alvos desse tipo de violência costumam apresentar particularidades físicas. As agressões podem ainda abordar aspectos culturais, étnicos e religiosos.
"Também pode ocorrer com um novato ou com uma menina bonita, que acaba sendo perseguida pelas colegas", exemplifica Guilherme Schelb, procurador da República e autor do livro Violência e Criminalidade Infanto-Juvenil (164 págs., Thesaurus Editora tel. (61) 3344-3738).

7. Quais são as consequências para o aluno que é alvo de bullying?
O aluno que sofre bullying, principalmente quando não pede ajuda, enfrenta medo e vergonha de ir à escola. Pode querer abandonar os estudos, não se achar bom para integrar o grupo e apresentar baixo rendimento.
Uma pesquisa da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia) revela que 41,6% das vítimas nunca procuraram ajuda ou falaram sobre o problema, nem mesmo com os colegas.
As vítimas chegam a concordar com a agressão, de acordo com Luciene Tognetta, doutora em Psicologia Escolar e pesquisadora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinhas (Unicamp). O discurso deles segue no seguinte sentido: "Se sou gorda, por que vou dizer o contrário?"
Aqueles que conseguem reagir podem alternar momentos de ansiedade e agressividade. Para mostrar que não são covardes ou quando percebem que seus agressores ficaram impunes, os alvos podem escolher outras pessoas mais indefesas e passam a provocá-las, tornando-se alvo e agressor ao mesmo tempo.

8. O que é pior: o bullying com agressão física ou o bullying com agressão moral?
Ambas as agressões são graves e têm danos nocivos ao alvo do bullying. Por ter consequências imediatas e facilmente visíveis, a violência física muitas vezes é considerada mais grave do que um xingamento ou uma fofoca.
''A dificuldade que a escola encontra é justamente porque o professor também vê uma blusa rasgada ou um material furtado como algo concreto. Não percebe que a uma exclusão, por exemplo, é tão dolorida quanto ou até mais'', explica Telma Vinha, doutora em Psicologia Educacional e professora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Os jovens também podem repetir esse mesmo raciocínio e a escola deve permanecer alerta aos comportamentos moralmente abusivos.

9. Existe diferença entre o bullying praticado por meninos e por meninas?
De modo geral, sim. As ações dos meninos são mais expansivas e agressivas, portanto, mais fáceis de identificar. Eles chutam, gritam, empurram, batem.
Já no universo feminino o problema se apresenta de forma mais velada. As manifestações entre elas podem ser fofocas, boatos, olhares, sussurros, exclusão. "As garotas raramente dizem por que fazem isso. Quem sofre não sabe o motivo e se sente culpada", explica a pesquisadora norte-americana Rachel Simmons, especialista em bullying feminino.
Ela conta que as meninas agem dessa maneira porque a expectativa da sociedade é de que sejam boazinhas, dóceis e sempre passivas. Para demonstrar qualquer sentimento contrário, elas utilizam meios mais discretos, mas não menos prejudiciais. "É preciso reconhecer que as garotas também sentem raiva. A agressividade é natural no ser humano, mas elas são forçadas a encontrar outros meios - além dos físicos - para se expressar", diz Rachel.

10. O que fazer em sala de aula quando se identifica um caso de bullying?
Ao surgir uma situação em sala, a intervenção deve ser imediata. "Se algo ocorre e o professor se omite ou até mesmo dá uma risadinha por causa de uma piada ou de um comentário, vai pelo caminho errado. Ele deve ser o primeiro a mostrar respeito e dar o exemplo", diz Aramis Lopes Neto, presidente do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade Brasileira de Pediatria.
O professor pode identificar os atores do bullying: autores, espectadores e alvos. Claro que existem as brincadeiras entre colegas no ambiente escolar. Mas é necessário distinguir o limiar entre uma piada aceitável e uma agressão. "Isso não é tão difícil como parece. Basta que o professor se coloque no lugar da vítima. O apelido é engraçado? Mas como eu me sentiria se fosse chamado assim?", orienta o pediatra Lauro Monteiro Filho.
Veja os conselhos dos especialistas Cléo Fante e José Augusto Pedra, autores do livro Bullying Escolar (132 págs., Ed. Artmed, tel; 0800 703 3444):
- Incentivar a solidariedade, a generosidade e o respeito às diferenças por meio de conversas, campanhas de incentivo à paz e à tolerância, trabalhos didáticos, como atividades de cooperação e interpretação de diferentes papéis em um conflito;
- Desenvolver em sala de aula um ambiente favorável à comunicação entre alunos;
- Quando um estudante reclamar de algo ou denunciar o bullying, procurar imediatamente a direção da escola.

Sugestões do Colunista Antonio Evangelista Neves –Tirando de Letra: Professores e pedagogos, pesquisem na Internet, compre os livros mencionados nas perguntas e respostas acima, enquanto continuaremos a publicar assuntos educativos e de utilidade pública como esse, em nossos blogs e site do Jornal da Região. Entrem em contato conosco 3293-3223 para qualquer denúncia ou informação. Obrigado.

EDUCAÇÃO/INCLUSÃO

Cidadania, o que fazer para ser merecedor

Cidadania, se não é, deveria ser o cumprimento de um conjunto de leis, deveres, obrigações e atribuições homologadas pelos poderes constituídos, união, estados e municípios, bem como demais medidas ditados por diversos seguimentos sociais, com a devida aprovação e controle concedido pelos tais poderes em se tratando de Pais.
Como principio básico o mestre ensina com lições, mas o aluno só aprende com exemplos principalmente quando demonstrados pelo mestre.
Nas devidas proporções, situações e oportunidades, os bons exemplos devem partir daqueles que determinam. Legislam, cobram, impõem enfim dos que estão com o poder das decisões amparadas pelas leis, ou ao contrario como um ditador de chicote na mão, o que infelizmente já ocorreu e não a muito tempo em alguns lugares do planeta, com a conivência de vários supostos guardiões da moralidade universal, persistindo ainda focos a serem combatidos.
Ocorre que o planeta terra está ficando cada vez menor para conter, acondicionar, processar e neutralizar o lixo que nós produzimos quer seja no sentido literal da palavra, quer no estado de consciência quanto aos nossos atos e procedimentos para com o semelhante e o ambiente que vivemos que alguns se intitulam como donos de parte do mesmo, com direitos diferenciados, mas que felizmente estão sujeito as mesmas regras universais, pois a natureza não age com parcialidades quando cobra seus tributos.
Assim, certos procedimentos não devem ser direitos de poucos, em prejuízo de muitos, inclusive dos próprios transgressores um pouco mais adiante com os seus descendentes, pois os males produzidos apenas poderão ser transferidos, mas nunca eliminados sem deixar resíduo ou seqüelas irreversíveis num ciclo biológico.
Conhecendo o principio da conservação da energia, de que nada se cria e que nada se acaba e sim tudo se transforma, precisamos o quanto antes aprender a transformar bem.
Ao tratarmos nossos esgotos amenizando a poluição de nossos riachos, rios e mares, é muito bom, porem teremos que dar fim no resultado desse processo, o lodo sanitário composto de material orgânico e inorgânico quase sempre nocivo para o meio a que for destinado.
Ao acondicionar-mos nosso lixo em aterros sanitários, poderemos  estar contaminando nossos mananciais direto e indiretamente através da  contaminação de nosso lençol freático, e até mesmo os aqüíferos profundos, os quais deveriam ser preservados para as gerações futuras.
A poluição industrial bem como a utilização de seus produtos pelos consumidores a exemplo de frota automotivas e similares, lançam diariamente na atmosfera, toneladas de poluentes pesados e gasosos, sendo que os primeiros retornam para a superfície, trazendo danos imediatos ao meio ambiente e todos seres vivos, já o segundo esta destruindo proteções naturais necessárias  para a continuidade da vida no planeta terra.
Por tudo isso, precisamos conscientizar-mos de que não podemos viver fora do planeta terra na forma física de maneira definitiva, sem de ele depender e nem mandar para fora dele também de maneira definitiva, o lixo que produzimos sendo assim, teremos que aprender rapidamente a transformar bem, ou não interagir desordenadamente no mesmo.
Por tanto, a compreensão e titularidade da palavra cidadania, não deve ser apenas considerado como um titulo outorgado por feitos de promoção individual e sim por atos que promovam melhor qualidade de vida pra todos indistintamente.
O planeta terra necessita urgentemente desses cidadãos, para ser merecedor desse titulo.
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