INCOERÊNCIAS E PARCIALIDADES NA POLITICA BRASIL
O que vale para alguns, não vale para outros, pois não interessa à aqueles que querem continuar mamado, a imparcialidade.
Quando a regra passa a ser de caráter pessoal e parcial favorecendo interesses pessoais e partidários, não é regra, mas sim um jogo de cartas marcadas com o código revelado á uma das partes.
O tão propalado poderes harmônicos e independentes, deveriam ser esses afinados pelo mesmo DIAPASÃO, para que as notas da ética, justiça, moralidade e patriotismo soassem bem aos ouvidos da NAÇÃO.
Entretanto não é isso que tem ocorrido em nosso país ao longo do seu tempo. Porém, nos últimos tempos, os bons princípios aqui mencionados, estão sendo degradados e aviltados numa ordem exponencial, e o pior, de difícil recuperação enquanto as regras forem ditadas pelos mesmos. Com poucas exceções da parte dos maestros e instrumentistas.
Quando a regra passa a ser de caráter pessoal e parcial favorecendo interesses pessoais e partidários, não é regra, mas sim um jogo de cartas marcadas com o código revelado á uma das partes.
O tão propalado poderes harmônicos e independentes, deveriam ser esses afinados pelo mesmo DIAPASÃO, para que as notas da ética, justiça, moralidade e patriotismo soassem bem aos ouvidos da NAÇÃO.
Entretanto não é isso que tem ocorrido em nosso país ao longo do seu tempo. Porém, nos últimos tempos, os bons princípios aqui mencionados, estão sendo degradados e aviltados numa ordem exponencial, e o pior, de difícil recuperação enquanto as regras forem ditadas pelos mesmos. Com poucas exceções da parte dos maestros e instrumentistas.
Segue abaixo algumas comparações.
Entre muitos, quero mencionar o episódio ocorrido com o presidente interino Waldir Maranhão que solicitou a devolução do processo de impeachment à câmara, o fez, não pelo seu rito, bem como pelas fases transcorridas ou em curso, mas sim, pelo seu conteúdo, ou seja, o mérito questionável quanto aos seus fundamentos.
Assim como numa formulação medicamentosa, o principal elemento nela administrada, é o seu princípio ativo e não o seu Q.S.P (Quantidade Suficiente para o Produto) que serve para dar volume posológico ao produto, bem como o seu envoltório protetivo (embalagem comercial).
Dessa forma, creio que no caso de uma formulação medicamentosa embora tenha sido aprovada pelo órgão competente (ANVISA nesse caso) em todas ás fases probatórias, caso venha a ser produzida por um determinado “Laboratório” sem o princípio ativo no composto, mesmo que já esteja o produto em fase de comercialização nas farmácias e hospitais, o sensato é recolher todo o lote distribuído e ainda, reparar e indenizar as eventuais vítimas por todos malefícios causados (Veja o exemplo da Talidomida). Assim, creio que isso também deva ser aplicado na política.
Dessa forma, creio que no caso de uma formulação medicamentosa embora tenha sido aprovada pelo órgão competente (ANVISA nesse caso) em todas ás fases probatórias, caso venha a ser produzida por um determinado “Laboratório” sem o princípio ativo no composto, mesmo que já esteja o produto em fase de comercialização nas farmácias e hospitais, o sensato é recolher todo o lote distribuído e ainda, reparar e indenizar as eventuais vítimas por todos malefícios causados (Veja o exemplo da Talidomida). Assim, creio que isso também deva ser aplicado na política.
Já o episódio do Ministro Romero Jucá, é análogo ao do Senador Delcidio do Amaral, porém, com agravantes adicionais que deverão ser elevados no mínimo ao cubo, devido as citações envolvendo órgãos institucionais e poderes constituídos.
Dessa forma, é preciso que todos indistintamente sejam responsáveis pelos seus atos, e com mais ênfase, os nossos legisladores.
.png)













0 comentários: