A PRÁTICA DA TEORIA DA CONSPIRAÇÃO
Desde os primórdios do Tratado de Tordesilhas, capitanias hereditárias, governadores gerais e os demais que se sucederam até o presente presidencialismo, vem sendo decantado material orgânico particulado e nocivo no fundo desse tanque que se estendeu conforme o Tratado de Madri, de 1750, para uma extensão territorial de 8.515.767,049 km² (quilômetros quadrados), segundo o IBGE, conforme resolução n°- 07 de 04/12/2015.
Esse material de baixa qualidade e sem valor aplicado, devido ao seu alto teor de toxidade, começou a precipitar primeiro pela reação natural dos elementos orgânicos nele acumulados, e até então, foi de certa maneira assimilado e aceito pela sociedade, lamentavelmente adormecida, como sempre, por falta de conhecimento. Porém teve a sua percepção e reação acelerada após a ascensão de Lula à presidência da República.
Vejamos: Para chegar à presidência Lula teve que fazer pactos, acordos, parcerias e conchavos com partidos e pessoas que iriam compor a sua ‘suposta’ base eleitoral, somando votos em sua chapa, que por si só, não o levaria à pretensa vitória.
Ocorre que alguns agregados de peso, formadores de opinião e de aceitável influência no tráfego político, bem como outros de qualificações análogas da própria base petista, já se encontravam contaminados e viciados pelos hábitos nefastos no trato do poder público em benefício próprios e dos seus.
Dessa forma, encontraram a oportunidade (“terreno fértil”), e não perderam tempo em proliferar, desenvolver e praticar, de maneira consensual entre as partes, as delapidações do Tesouro Nacional, ou seja, a corrupção institucionalizada, movida por um pragmatismo político espelhado no narcisismo egocêntrico.Entretanto, bastou que despontasse dentre eles um alguém insatisfeito, no caso Roberto Jefferson (PTB), deputado que teve mandato cassado em 2005, por sua participação no escândalo do Mensalão, do qual foi o grande delator, para lançar uma pá de sulfato de alumínio no tanque, fazendo com isso, emergir e agrupar de maneira visível, parte desse material nocivo decantado na camada mais recente do lodo já há tempos armazenado.
Esse procedimento fez, depois, aflorar o escândalo do MENSALÃO, e com a aplicação de uma dosagem mais acentuada de reagente mais eficaz, fez com que viesse à tona, de forma abrangente e generalizada, partículas consideravelmente mais pesadas, manifestado, assim, o escândalo do PETROLÃO, que hoje vem sendo combatido pela OPERAÇÃO LAVA-JATO conduzida pelo Ministério Público e Polícia Federal, sob o comando do juiz SERGIO FERNANDO MORO, que ao meu ver até então, vem sendo infelizmente colocada em prática com certa parcialidade, mas, que tem tudo para se tornar imparcial se houver vigilância contínua da sociedade bem intencionada.
CONCLUSÃO: Por analogia, a contração da psoríase escamativa alastra-se em todo corpo humano uma especificidade patológica não bem definida, quanto à sua origem. Há de se observar, todavia, que já foram constatados, embora em raríssimos casos, transmissão da moléstia por hereditariedade. Isso porque, segundo a medicina da área dermatológica, chega a ser taxativa na avaliação de que a moléstia surge de repente, e em função de certas características das condições imunológicas do “individuo”, e que segundo pesquisas de especialistas, ultra atualizadas, pode se assegurar, que para essa doença não há cura, podendo, no máximo, obter um controle com tratamento periódico, e sem redundância, contínuo, e por tempo indeterminado, que é o mesmo que dizer ‘para sempre’.
Essa é a infecção desse “indivíduo” de mais de 206 milhões de membros. Seu nome? REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, onde não se pode descartar a possibilidade de “Ele” ter sido contaminado por ocasião da sua colonização. Logo, de maneira hereditária e de qual origem?
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