O QUE SERÁ ISSO?

Fotos e vídeo de Ademar Vertematti
Em visita a São Bernardo do Campo (S.B.C.) no período de 8 a 14 janeiro próximo, notei que as obras do projeto DRENAR em andamento naquela cidade, tem vários acertos localizados, e um erro técnico centralizado que inviabiliza as virtudes dos vários acertos.
Quando ocorreu a fatídica enchente no jardim pantanal em SP (capital), fiquei sensibilizando com a situação daquelas agonizantes vítimas. Logo então, pensei que soluções para aquele estado de coisas ocorrentes em vários outros lugares por falta de gestões voltadas para as políticas públicas no verdadeiro sentido da palavra, deveriam ser implantadas. Veja matéria publicada em Janeiro de 2011, (clique aqui) e leia pagina 4 e 5.
Consciente disso, na condição de cidadão comum, elaborei então um pré-projeto visando minimizar e até mesmo evitar e erradicar ocorrências de fatos dessa natureza devido a inoperância de gestores públicos no decorrer de seus mandados.
Rascunhado e divulgado/publicado o referido pré-projeto, busquei por pessoas ligados ao poder público na época, as quais vivenciaram com certas periodicidades, os transtornos abordados, se não como vítimas, mas com certeza como expectadores. Veja matéria publicada em Abril de 2011, (clique aqui) e leia a pagina 8.
Para São Paulo Capital, a ideia seria aplicada ao longo das calhas do rio Tiete e Pinheiros conforme croqui simplificado acima, pois não contém diversas informações a serem abordadas num memorial descritivo e detalhado. Mesmo assim, se aplicado nas calhas das avenidas Dr. Alberto Andaló e Bady Bassitt em São José do Rio Preto, com certeza resolveria os cíclicos dessabores causados pelas frequentes enchentes ali ocorridas.
Da mesma forma em outras cidades com situações análogas tais como Campinas e outras que a cada dia são incorporadas na lista das atingidas pelas enchentes.
Já em S.B.C caso fosse aplicada a ideia por mim sugerida, o seu efeito traria os seguintes benefícios:
– A erradicação das enchentes periódicas nas calhas das avenidas Faria Lima e Jurubatuba, com forte agravo no em torno do passo Municipal, além de minimizar em muito, as enchentes que sucedem abaixo do passo municipal, a saber; no Jardim Bom Pastor – Sto. André, bairro Rudge Ramos S.B.C e logo abaixo na vizinha Caetano do Sul em diante;
– Pelo pré-projeto, as águas pluviais captadas em S.B.C, seria direcionada para a represa Billings logo acima do emissário dos efluentes do esgoto captado. Logo, sem afetar a captação da água a ser tratada para o consumo humano (água potável). Com isso, manteria os níveis do complexo de reservatórios mais aceitáveis, evitando assim o racionamento de água aplicado em plena época de chuvas como vem ocorrendo ultimamente;
– Infelizmente não fui ouvido pelas autoridades “competentes” na época, que optaram pelo projeto Drenar hoje em andamento, que se der certo, ainda está errado na minha concepção, pois, terá que gastar muita energia cinética para traspor o volume de água armazenada até o nível natural de escoamento. Enquanto na minha proposta, a mesma seguiria gradativamente por gravidade e ainda iria gerar energia potencial a 700 metros de altitude.
Entretanto, ainda há tempo de reparar trajetórias se novas medidas a serem tomadas, forem no sentido correto, ou seja, pelo social e não pelo pessoal.
De: Antônio Evangelista Neves
17 de Janeiro de 2016
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